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DOIS CASOS, DUAS POSTURAS: ATÉ QUANDO GOIANDIRA VAI ACEITAR DIFERENÇAS NA BUSCA POR JUSTIÇA?

Nas últimas horas, o caso envolvendo o cidadão goiandirense Guilherme Fernandes ganhou ampla repercussão. As imagens da agressão, registradas por câmeras de segurança na madrugada de sábado, fizeram com que o prefeito entrasse imediatamente em contato com o coronel Henrique, comandante da Polícia Militar, cobrando providências urgentes.Além disso, a Corregedoria da PM foi acionada para investigar o caso com rigor e transparência.A mobilização foi rápida, firme e direta — como deve ser diante de qualquer agressão.Mas, ao observar essa postura, a comunidade de Goiandira revive outro episódio que até hoje segue sem respostas.—⚠️ O CASO DE CIDERLEU DUDY — UM SILÊNCIO QUE AINDA MACHUCAQuando Ciderleu Dudy foi agredido covardemente por várias pessoas que trabalhava numa empresa terceirizada pela prefeitura, a reação do poder público foi completamente diferente.Na época, Dudy estava apenas acompanhando denúncias no Canil de Goiandira, onde existiam relatos de cães estava comendo outro cachorro morto . Mesmo sem trabalhar no local, ele foi atacado brutalmente enquanto tentava compreender e denunciar a situação.Apesar da gravidade da agressão e da revolta popular, nenhuma ação concreta foi tomada:– nenhuma investigação profunda,– nenhuma cobrança pública,– nenhum servidor responsabilizado.O caso simplesmente foi deixado para trás — e a justiça nunca veio.—❓ E A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALARS e ambos são casos de agressão contra cidadãos de Goiandira, qual é a diferença na gravidade entre eles?Por que agora existe mobilização rápida e firme no caso de Guilherme, mas quando Ciderleu Dudy foi espancado, nada foi feito?Por que um caso recebe atenção total das autoridades e o outro foi ignorado?A população tem o direito de cobrar respostas.E a justiça tem o dever de ser igual para todos — sem exceções, sem seletividade e sem silêncio.